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Vale a pena plantar Paulownia ( Kiri ) na minha área ? Como donos de terra estão criando renda com pouco trabalho direto.

  • Foto do escritor: Paulownia Brasil
    Paulownia Brasil
  • 4 de dez. de 2025
  • 6 min de leitura

Atualizado: 5 de dez. de 2025

Como transformar alguns hectares em renda de longo prazo, madeira nobre e crédito de carbono com pouca dor de cabeça.




A situação que muita gente vive (e quase ninguém admite):


  • A fazenda da família está tocando “no automático”: um gado, um arrendamento, um pasto meio cansado.


  • Você mora na cidade, tem sua profissão ou empresa, e a fazenda não é sua fonte principal de renda – mas também não quer vendê-la.


  • Você sabe que a terra poderia render mais, só não quer se enfiar numa operação agrícola diária, cheia de risco e dor de cabeça.


E a pergunta fica martelando:

“O que eu posso fazer na fazenda que gere dinheiro de forma inteligente, estruturada, sem me prender lá todo dia?”

É exatamente aqui que entram os projetos florestais com Paulownia ou popularmente conhecida como Kiri, combinando três coisas que interessam a quem pensa patrimônio:

  1. Madeira de valor, em 8 anos.


  2. Crédito de carbono, que pode começar a gerar receita relativamente cedo no ciclo (a partir de ~2º ano, dependendo do projeto).


  3. Um modelo que exige muito mais planejamento do que presença diária na fazenda.

A questão é: isso faz sentido na sua área?



2. Paulownia na prática: o que ela é e o que ela não é


Paulownia é uma espécie florestal de ciclo mais rápido, com:


  • Madeira leve, estável e de boa trabalhabilidade – muito interessante para marcenaria, construção leve e certas aplicações industriais.


  • Capacidade de gerar um volume relevante de madeira em horizonte de tempo menor que muitas madeiras nobres tradicionais, quando bem implantada e manejada.


Mas é importante ser claro:


  • Não é árvore mágica que “resolve a vida em 3 anos”.


  • Não funciona em qualquer solo, clima ou manejo de qualquer jeito.


  • Sem projeto técnico, o risco de frustração aumenta bastante.


O valor está em estruturar um projeto de paulownia, não em simplesmente plantar algumas mudas soltas.


3. Tamanho de área: por que falamos em 10 ha e por que 3 ha ainda podem fazer sentido


Quando falamos em 10 hectares ou mais, não é porque abaixo disso “não pode”.É porque a partir de 10 ha as coisas ficam mais fluidas e interessantes economicamente.


Mas isso NÃO significa que áreas menores estejam automaticamente excluídas.


Se você tem, por exemplo:


  • 3, 4, 5 hectares de área disponível,


  • perfil de dono de terra que pensa no longo prazo,


  • vontade de montar um projeto piloto bem feito,


  • e interesse real em madeira + carbono,


há cenários em que vale sim implantar paulownia especialmente:


  • como núcleo de demonstração/prova de conceito na sua fazenda,


  • como parte de um desenho maior de diversificação,


  • ou se houver perspectiva de ampliação da área plantada no médio prazo.


Ou seja:

  • 10 ha+ → faixa ideal para escala de madeira e mercado.


  • A partir de ~3 ha → pode ser viável, desde que a expectativa seja bem alinhada, o projeto seja muito bem desenhado e se entenda que escala de mercado será construída ao longo do tempo.


4. “Quando começa o dinheiro?” – madeira x créditos de carbono


Vamos falar de retorno em duas frentes:


4.1 Madeira: horizonte de médio/longo prazo


O projeto florestal com Paulownia é, antes de tudo, um:


  • Estoque de madeira de valor que você vai construindo ao longo de alguns anos, com possibilidade de desbastes em fases intermediárias, e colheita planejada num horizonte mais longo.


  • É um ativo físico crescendo na sua terra - madeira leve, nobre, com usos definidos, que pode ser:

  • Vendida diretamente,

  • Processada por terceiros,

  • ou entrar em arranjos comerciais organizados pela cadeia.


Isso gera dinheiro, mas não é o dinheiro mais rápido do projeto.


4.2 Créditos de carbono: a possibilidade de receita mais cedo


Dependendo do desenho do projeto, da área e da forma de implantação, a Paulownia pode:


  • Contribuir de forma relevante para sequestro de carbono,


  • Ser parte de um projeto passível de certificação para geração de créditos de carbono.


Por que isso importa?


  • A receita com carbono pode começar a aparecer a partir de cerca do 2º ano de projeto.


  • Não é dinheiro “instantâneo”, exige estruturação, medição e verificação – mas entra como fonte de receita antecipada, antes da madeira estar no ponto.


Então, em um cenário organizado, você tem:


  • Curto/médio prazo: potencial de receitas com créditos de carbono, desde que o projeto seja estruturado para isso.


  • Médio/longo prazo: receita com madeira, que é o “grande ativo” físico do projeto.


A Paulownia Brasil não promete retorno mágico, mas trabalha justamente para montar projetos que alinhem madeira + carbono e tornem a fazenda uma fonte de renda previsível, com você acompanhando os números de onde estiver.



5. O que torna um projeto de Paulownia diferente de “plantar umas mudas”


Um projeto sério de Paulownia, do jeito que a Paulownia Brasil trabalha, envolve:


5.1. Leitura estratégica da propriedade


  • Onde o Kiri realmente faz sentido (e onde não faz).


  • Se faz sentido começar com 3 ha, 5 ha ou 20 ha, dependendo da realidade.


  • Como isso se encaixa no restante da fazenda (pecuária, lavoura, reserva, etc.).


5.2. Estudo de viabilidade técnica + econômica


  • Adequação de solo e clima.


  • Modelos possíveis de plantio (densidades, sistemas, arranjos).


  • Cenários de custo e receita:

    • madeira em horizonte de médio/longo prazo,

    • carbono em cenário de certificação, com geração de créditos a partir de determinado estágio do projeto.


5.3. Desenho do projeto florestal


  • Cronograma de implantação.


  • Manejo inicial (sem inventar moda, focado no que funciona).


  • Planejamento para ter madeira com padrão adequado a compradores.


5.4. Organização da oferta e conexão com o mercado


  • Isso é chave: não adianta plantar se cada um tiver um volume pequeno, isolado, sem padrão.


  • A Paulownia Brasil trabalha justamente para organizar a oferta, elevando o padrão técnico e comercial, e servindo de ponte com as indústrias.


6. Quem costuma se beneficiar mais desse tipo de projeto


Na prática, vemos dois perfis muito claros de quem se beneficia:

  1. Herdeiros / Sucessores

    • Com formação e vida profissional na cidade,


    • Que querem honrar o patrimônio da família, mas com um projeto moderno, racional e sustentável.


    • Não têm interesse em virar produtor full time, mas querem ver a fazenda “rodando bem”.


  2. Donos de terra com outras empresas/atividades


    • Vêm a fazenda como parte da estratégia patrimonial,


    • Querem ativos reais de longo prazo (madeira) e fontes extras de receita (crédito de carbono),


    • Gostam da ideia de ter um projeto florestal organizado, que possa ser mostrado para sócios, filhos, investidores.


Se você se enxerga em um desses dois perfis, o Kiri Paulownia é, no mínimo, um assunto que merece uma boa conversa.


7. Onde a Paulownia Brasil entra nessa equação


A Paulownia Brasil não é um viveiro vendendo muda, nós nos posicionamos como:


  • Especialistas em Paulownia no Brasil,


  • Focados em projetos florestais com visão de cadeia produtiva,


  • Atuando desde o planejamento da área até a conexão com o mercado de madeira além do apoio à certificação para créditos de carbono quando o projeto comporta isso.


Na prática, para proprietários de terra, nosso trabalho passa por:


  1. Entender a sua área e o seu perfil

    • Quantos hectares você tem disponível (3 ha, 10 ha, 50 ha…).

    • Onde está a fazenda, que uso atual tem.


    • Analisar o solo com envio de amostra para laboratório e com drone multiespectral.

    • Qual é o seu horizonte de tempo e apetite de investimento.


  2. Dizer com clareza se faz sentido ou não


    • Se a conclusão técnica for “não é o melhor para você agora”, isso é dito com transparência.


    • Se fizer sentido, aí sim se fala em Estudo de Viabilidade e Pré-Projeto.


  3. Estruturar madeira + carbono como projeto, não como aposta


8. Vale a pena plantar paulownia na sua fazenda?


Se você:


  • tem a partir de 3 hectares que podem ser destinados a um projeto florestal bem feito,


  • idealmente mira num cenário de 10 hectares ou mais ao longo do tempo,


  • quer que a fazenda gere renda de forma organizada, sem te prender em operação diária,


  • se interessa tanto por madeira de valor quanto pela possibilidade de créditos de carbono como receita antecipada,


então vale, sim, estudar com seriedade um projeto de Kiri / Paulownia.


Mas essa decisão não deve ser tomada no impulso mas sim tomada com números na mesa.


9. Próximo passo: Analisar sua área


O passo lógico agora não é: “Sair comprando muda”, mas sim:

“analisar minha área, com alguém que entende de paulownia, madeira e carbono e ver se fecha a conta para mim.”

É para isso que existe o trabalho da Paulownia Brasil com proprietários de terra:


Você informa onde está sua área, quantos hectares tem, como ela é hoje e nós avaliamos se faz sentido seguir para um Estudo de Viabilidade e Pré-Projeto, considerando madeira + carbono.


A partir daí, você sabe se vale ou não vale a pena.


Se você olhando para a fazenda e pensando “isso aqui podia estar trabalhando melhor por mim” preencha o formulário clicando aqui ou mande uma mensagem pelo WhatsApp, informando localização, tamanho e uso atual da fazenda.


A partir daí, você deixa de trabalhar com achismo e passa a decidir com um projeto florestal estruturado em madeira e carbono, feito sob medida para a sua terra.

 
 
 

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